Marginal Pinheiros – Augusta
Categoria: Viagem

Cultura Japonesa e Arte Líquida podem resumir estes dias aqui em São Paulo. Todos os lugares que fomos visitar estavam expondo trabalhos relacionados com uma dessas duas temáticas. Fomos em quase todos que eu havia listado, mas ontem faltou energia para cumprir a tarefa por inteiro. As visitas a galerias vão ter que esperar a próxima vinda, que provavelmente será em virtude da Bienal.

Hoje o Bruno foi pro Rio e eu vim pra casa do meu pai. Dormi até tarde, almocei com ele e saí. A idéia era dar uma caminhada na Augusta e conhecer a Galeria Ouro Fino. Como não consegui informações no site do SPTrans para fazer o percurso mais lógico, pegando ônibus, vi como podia chegar até a Augusta de trem e metrô. Acho que ao todo levei 1h30 minutos para fazer o trajeto, pegando 2 trens, 3 metrôs e caminhando aproximadamente 7 quadras, após descer na Estação Consolação na Paulista.

Na volta, o mesmo trajeto. Só que na troca do terceiro metrô pro primeiro trem, eu peguei a direção contrária, porque não encontrei nenhuma indicação. E foi então que veio o susto. O trem parecia estar indo pro fim do mundo. Na volta dos trilhos, várias pessoas caminhando. Muito bizarro. Ele foi parando, parando e parou. Daí eu pensei que certamente rolaria um stress. Mas no fim acabou tudo bem. Ninguém que tava no trem desceu nesta última estação (Julio Prestes, se não me engano), o trem retornou e eu desci onde deveria descer para dar continuidade ao retorno. A aventura valeu, porque pude ver um desenho do Zezão ao vivo.

Difícil foi agüentar o cheiro do Rio Pinheiros, que é 50 vezes pior do que o Arroio Dilúvio. Chega a ser irônico, pois enquanto o trem anda pela marginal, vai tocando música clássica e tu vai vendo a paisagem, o rio, e sentindo aquele cheiro horrível por todos os lados.

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